Tem alguma coisa acontecendo, mas ainda não sei o que é. Tem cheiro de problema, jeito de problema, aparência de problema, mas eu vou mesmo assim, sem recursos pra resolver.
Preferia não arriscar, só que tem sido mais forte que eu, talvez seja aquele abuso, aqueles olhos pretos selvagens, aquele bicho sem frescura.
Se tem frescura me enganei, se tem talvez nem descubra. Por enquanto, ainda é chuva.
E ela vem toda vez que chamo, aceita toda vez que ofereço.
Você acha que tem sentido, que pode ser, mas eu disse como é. É o que passa na cabeça.
No começo foi difícil, fiz questão de soltar e puxar a corda, agora não sei mais o que faço, dou a corda ou perco a mão?
Queria dizer mais, será que ela entenderia? Acho que não, me julgaria.
Vamos ver onde isso chega, nessa troca de sinais. Se vermelho eu me afasto, no seu verde eu ando mais, amarelo me seguro, me afasto e nunca mais.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
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