Entrei porta à dentro, não bati na porta. Me flagrei no futuro, num passado ainda não esquecido.
Olhei para meus pés, estavam dispostos de uma maneira errada, mas estavam certos de que não iriam embora. Tinham me levado até ali para ficar. Meus lábios diziam algumas palavras indistinguíveis, algumas velas espalhadas pelo quarto me davam uma simples sensação de esperança. O fogo sempre aquece. Acho que estava me declarando, um tolo completo, se declarar tão cedo. Logo que se declarar, assumir, foi a porta que eu entrei. Não há volta. Agora estou aqui...e você, logo ali, fugindo dos problemas.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
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Capítulo 1: Mais perto do chão que o piso
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