quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mais ninguém.

Mais uma hora, mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais um ano.
Minha cama ficou pequena demais, carrego meu corpo e na minha cabeça o seu.
O travesseiro já está amassado demais pra suportar tanto peso, ele está desforme.
Meu peito sente o peso da sua presença quando deito, e é como se eu carregasse
algo nas costas, nos ombros, uma capa, uma pele, uma cápsula.

Um comentário:

Capítulo 1: Mais perto do chão que o piso

Alagado e podre estava o bosque ao sul de Mainas. Se minhas botas não fossem resistentes ao fogo, talvez servissem para atravessar sem deixa...