É como um anzol, mas não da boca, no coração. A vida, pff, a vida quer seguir seu rumo, não importa quanto vai doer, ela vai, as pessoas vão, e o anzol não se solta. Parece que o propósito dele é machucar. Mas eu sei de uma coisa, ninguém quer de fato se libertar desses sofrimentos, eles ensinam que devemos acordar todos os dias e lutar pra viver mais uma vez. As vezes eu revejo algumas pessoas em fotos ou páginas ou ruas e carros, e isso me deixa triste, triste de saber que eu não faço mais parte de algumas vidas e futuras histórias. Eu sei que estou vivendo de migalhas das minhas memórias, mas são boas memórias e que vão estar comigo para sempre.
Lembranças? Fiquem, preciso de vocês para ser eu...
cadê a parte do eliúde que me diz pra viver o presente?
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