É como um anzol, mas não da boca, no coração. A vida, pff, a vida quer seguir seu rumo, não importa quanto vai doer, ela vai, as pessoas vão, e o anzol não se solta. Parece que o propósito dele é machucar. Mas eu sei de uma coisa, ninguém quer de fato se libertar desses sofrimentos, eles ensinam que devemos acordar todos os dias e lutar pra viver mais uma vez. As vezes eu revejo algumas pessoas em fotos ou páginas ou ruas e carros, e isso me deixa triste, triste de saber que eu não faço mais parte de algumas vidas e futuras histórias. Eu sei que estou vivendo de migalhas das minhas memórias, mas são boas memórias e que vão estar comigo para sempre.
Lembranças? Fiquem, preciso de vocês para ser eu...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
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Capítulo 1: Mais perto do chão que o piso
Alagado e podre estava o bosque ao sul de Mainas. Se minhas botas não fossem resistentes ao fogo, talvez servissem para atravessar sem deixa...
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Desculpa, tá, eu gosto de exagerar que sofri um absurdo descabido por anos seguidos e que isso causou um torturante caminho de noites sem fi...
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Nossa, o que é isso? tá me dando um aperto tão grande. Do nada eu me senti reduzido ao som de uma turbina de avião, voando lá pro corvodado...
cadê a parte do eliúde que me diz pra viver o presente?
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