Normalmente eu fico sentado ali do lado, boicotando a minha mente.
Ela quer se levantar e abrir algumas caixas, escrever certas coisas, procurar certas pessoas,
e vou lá eu e, como um guerreiro mental, destruo todas essas idéias.
Desmonto toda a lembrança boa que me restou de você.
Acontece que você me deixou muita coisa boa de verdade e grande parte do que faço é mentir
pra minha mente. Abarroto minhas verdades com várias superfícies fininhas de mentiras,
por que só uma mentira muito grande não adianta.
Nesse intervalo de tempo eu sofro um bocado, por que não sei mais o que faço pra evitar
de sempre pensar, então deixo um pequeno verso aqui de um amigo, pois o considero assim:
Eu agora - que desfecho! - já nem penso mais em ti,
mas será que nunca deixo de lembrar que te esqueci.
Beijo.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
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