sábado, 9 de julho de 2011

Paper Boats

Esse post é dedicado a minha memória, que nao me deixa quieto.


Meu corpo flutua...de bracos abertos dentro de uma piscina.
Eu passo pelo mago e ele me lembra de um abraco e uma promessa.
E como eu sentia. Ah e como eu sentia.

Jovem, eu pergunto pra mim mesmo entre tantos rascunhos, quais daqueles desenhos
parece mais comigo. Se nao fossem so rabiscos eu arriscava ser aquele mais borrado.
Costumava fazer barquinhos de papeis e pintar em baixo de giz, e eu torcia pra que alguem
la do outro lado pegasse e me viesse devolver.

Hoje estou estando. O barco se foi, ninguem o encontrou e se encontrou ficou pra si.
E eu fiquei sem o barco. Mas ainda tenho o giz, posso fazer outro barco...

Depois de quantas tentativas eu vou desistir de fazer barcos?

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