domingo, 31 de julho de 2011

Cai de paraquedas

Será que algo me amorteceu?
ou cai num canto completamente aleatório?
é que as vezes eu me sinto um cara não normal ou não encaixado pra vida...
de forma mediana vou conduzindo certos gostos e feitos, mas nunca me torno o melhor, só me chateio com as dificuldades do caminho.
isso não tá certo!

terça-feira, 26 de julho de 2011

O que me resta..

e agora o que me resta?
como sempre conviver com parte da culpa.
ser o errado pra desopilar.
sabe onde que eu sou melhor: em me enganar.

domingo, 10 de julho de 2011

Crescendo como um pe de feijao...

Estamos de costas um pro outro. Escolhemos assim..
mas na verdade eu paguei um pigmeu pra olhar pra onde voce vai..
nao eh uma busca constante por voce, mas uma preocupacao... eu cuido de uma parte que ninguem mais cuida. Por que quando eu for velho, e viver apenas pelas minhas ondas e lagrimas, vou saber que eu cuidei e me importei com grande parte da sua vida...
nao mais comigo, mas ainda assim parte de mim.

Os meus escritos foram maiores do que hoje sao, desculpem leitores...
eu sei que voces sentem falta de algum brilho de outros dias, mas ele retornara.
Sempre volta.

sábado, 9 de julho de 2011

Paper Boats

Esse post é dedicado a minha memória, que nao me deixa quieto.


Meu corpo flutua...de bracos abertos dentro de uma piscina.
Eu passo pelo mago e ele me lembra de um abraco e uma promessa.
E como eu sentia. Ah e como eu sentia.

Jovem, eu pergunto pra mim mesmo entre tantos rascunhos, quais daqueles desenhos
parece mais comigo. Se nao fossem so rabiscos eu arriscava ser aquele mais borrado.
Costumava fazer barquinhos de papeis e pintar em baixo de giz, e eu torcia pra que alguem
la do outro lado pegasse e me viesse devolver.

Hoje estou estando. O barco se foi, ninguem o encontrou e se encontrou ficou pra si.
E eu fiquei sem o barco. Mas ainda tenho o giz, posso fazer outro barco...

Depois de quantas tentativas eu vou desistir de fazer barcos?

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Every time I look

Algumas vezes, algumas canções, alguns mesmos, sentado..
lendo um livro. As vezes não entendo pros lugares que eu olho..
pessoas trabalhando, pensando, trabalhando e eu me perguntando que tipo
de homem eu sou.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Parece

Parece que meus pais tem raiva de mim...
em alguns momentos eles até podem perceber que me amam, mas
na grande maioria das vezes existe uma raiva.

talvez por que eu larguei a faculdade ou por que eu não estou dentro de uma.
na verdade, eu sempre acho que tem raiva de mim por que ja nao me querem mais aqui.
e isso cansa. cansa a raiva que sentem de mim. por que de verdade eu deveria me sentir feliz com meus pais me amando. mas so me amam quando eu vou tudo bem....ou quando eu puxo pra realidade que mesmo tudo bem eu sou filho deles.

e quando mais essa viagem se aproxima mais triste eu fico..
com meus pais e comigo mesmo.

Relato

Hoje o céu tá um tanto cinza. Fortaleza tem esses dias; é uma forma de lembrar que por aqui temos muita saudade. Fico me perguntando se apro...