A televisão ligada, os fatos, fotos, tragédias, a vida.
Enquanto toca a música dos nossos espelhos, digo não me toca
por entre meus dedos.
Escorregadio, sempre...imaginei um prédio feito de idéias.
Pensava que construiria como uma rocha, assim como são as amizades e tudo se fez névoa.
Pingam e salpicam as lágrimas de tantos homens. Eu choro por saber que
mesmo que queira mudar, a mudança não não tem fome.
Poderia dizer que nem platão, sócrates, mas não. Digo
como eu, de alma simples, de coração amoroso, cheio de remendo, uma coleção.
Tropego, discuto comigo mesmo as causas de tantos acordes perdidos.
Mas eu continuo a tocar...enquanto posso, dentro do meu guarda-roupas
sem que ninguém possa me achar escondido.
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