Pernas cruzadas, tinta sem forças.
É a mão que não quer ou o barco sem proa?
Entre as pessoas uns espaços de abismo,
conhecer você foi um risco ou um rabisco?
Sei que me mostrei, tentei me segurar e com você
pude ser, realizar.
Ah, quão louco coração, páginas de luto e perdão.
Quero sonhar pra te ver, mas não te acho nas voltar do meu ser.
Pergunto onde vai, como está para todos.
E se todos soubessem que não pergunto por eles?
Como são tolos!
Desenho flores como pétalas tanto quanto seu nome.
Criei frases, por enquanto,
"te amo tanto que já nem sei mais quanto".
Mas esqueço, pode deixar que me fortaleço.
Não vou continuar no blues e caindo no azul do desapego.
Outrora o firmamento era pra onde eu olhava, agora me esmago no céu
por estrelas já brilhadas.
Cade você que não aqui?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
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