Pra falar verdade as vezes minto, tentando ser metade do inteiro que eu sinto.
Troco as silabas, confundindo o meus proprios sopros, evitando um maior tornado, um maior transbordo. Semelhantes no todo, nos entregamos facil. Sinto parte do todo, o todo da parte, em toda parte. Gracejo simples, escorre o mel adocicado entre os labios. Se onde estou nao cabe tudo, eu mudo, eu falo, eu sigo, pulo e caiu. Deixo notar, nao viro o rosto, me arrepio com seus passos. Aperta o peito nao ouvir voce dizer. Todo o disfarce mais me faz te perceber. Acredito nos palmos, nos tropecos, nos encalcos, em voce. Acredita em mim, vem...nao tarde em querer.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Capítulo 1: Mais perto do chão que o piso
Alagado e podre estava o bosque ao sul de Mainas. Se minhas botas não fossem resistentes ao fogo, talvez servissem para atravessar sem deixa...
-
Desculpa, tá, eu gosto de exagerar que sofri um absurdo descabido por anos seguidos e que isso causou um torturante caminho de noites sem fi...
-
Nossa, o que é isso? tá me dando um aperto tão grande. Do nada eu me senti reduzido ao som de uma turbina de avião, voando lá pro corvodado...
Nenhum comentário:
Postar um comentário